Minha relação com a escrita…

A escrita (literatura) é um hino à alegria, para mim a mais sublime das artes. Não que as outras artes sejam inferiores, tanto que a música talvez seja a única que alcança patamares metafísicos por exemplo, mas sem a escrita jamais chegaríamos onde chegamos. A comunicação e a história não seriam as mesmas sem ela. E de quebra é uma das principais fontes de deleite para milhões de leitores. É a perfeita união entre o prático e o agradável.

Escrever não é uma tarefa fácil para a maioria das pessoas, seja pela página em branco que nos assusta porque desafia nossa capacidade de criar, até para nós da lusofonia que temos que encarar as regras travessas do português (já adianto que não acredito no mito da nossa língua ser a mais complicada do mundo, ou até mesmo entre as mais difíceis, contudo é inegável que não se trata de um esperanto da vida em níveis de facilidade). O escritor que nunca erra ou o qual não passou por uma crise criativa é um mito, contudo de qualquer forma sempre existe espaço para melhorias.

Eu estou longe de ser esse escritor mitológico, errar está na minha essência! Principalmente no português. Crase é o meu pesadelo, não sei usar. Eu costumo rescrever sentenças no meio delas, dando espaço para frases com falta de concordância verbal e outras coisas desconexas. Se não fosse o corretor ortográfico, estaria perdido!

Porém me dou um pouco bem na criatividade. Não sou um gênio como Shakespeare, mas ao escrever as palavras fluem bem comigo. É assim desde que comecei a escrever, não muito depois ler Harry Potter pela primeira vez sozinho. Inclusive ano passado encontrei minha professora da primeira série e ela me falou do meu primeiro texto, sobre o Sistema Solar. Ela teve super dificuldade em separar as palavras porque eu escrevi sem espaço entre elas. Não posso esquecer que era o começo de uma jornada apaixonante.

Já escrevi todo tipo de coisa, e tenho um carinho enorme pelas crônicas e contos. Por outro lado, poesias, apesar de ser o estilo das mais consagradas obras, não me agrada salvo algumas poucas excessões e não tenho criatividade para produzir. Eu sou um homem da prosa, dos causos.

Igualmente não sou a pessoa de escrever no punho, sempre adorei a automatização. Seja principalmente no computador, seja de maneira inusitada em máquinas de escrever. Sim, sou um jovem o qual adora datilografar. Só falta ser bom! Como é complicado não poder errar em uma dessas máquinas. Mas o barulhinho e o fetiche de ter uma máquina me fascinam da mesma maneira que o mágico fascina a criança.

Como todo o escritor principiante, sonho em escrever um livro, mais especificamente de não ficção por ser meu gênero favorito. Tem muito caminho para trilhar até lá e eu considero este blog como um aquecimento. Então não percamos um minuto, vamos escrever e avante!

2 respostas para “Minha relação com a escrita…”

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